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Eu Visto Filmes

E hoje vamos com o post do último filme indicado ao Oscar de melhor figurino, e provavelmente o ganhador, Emma. O filme é uma adaptação do livro de mesmo nome da Jane Austen, e dizem o mais chato dela.

Acho que a não popularização do livro, e um pouco do filme, é porque a personagem principal Emma (interpretada pela Anya Taylor-Joy) não é nada além de uma menina rica e mimada que não tem a pretensão de casar, mas que adora arrumar casamento para os outros e é nisso que gira o livro e o filme. Confesso que, inicialmente até uns 40 minutos não é mesmo um filme muito empolgante, apesar de visualmente bonito, mas depois se torna aquele tipo de romance feito nos detalhes.

Como consumidora de romances (filmes e livros) eu amo ver e ler algo que se desenvolve aos poucos e nos detalhes, a cena do baile é PERFEITA e deixa qualquer fã de Orgulho e Preconceito orgulhoso, toques e olhares que deixam nítido quando o amor nasce e os personagens se dão conta disso. Apesar de eu mesma ter relutado um pouco por ter ouvido muito falar que o livro e filme eram chatos, foi impossível não ter ele como um dos romances de época favorito. Outro ponto positivo que eu gostaria de ressaltar, é que tem muito ator e atriz “em ascensão” na produção.

 

Quanto ao figurino, apesar de lindo e muito bem trabalhado pela Alexandra Byrne (ela fez o figurino de O Fantasma da Ópera, Elizabeth, Thor e inúmeros filmes da Marvel), eu acho que, para mim, foi muito mais do mesmo. A figurinista é muito conhecida pelo excelente trabalho em filmes de época, ela ganhou um Oscar por Elizabeth, ela faz muita pesquisa, segundo ela é o que mais gosta de fazer, e sempre sai um resultado extraordinário.

Para o figurino dos personagens em geral ela usou muita cor, característica do período em que a obra se passa (1815), todos os vestidos são estilo império (apertado no busto fazendo uma cintura alta marcada, normalmente, por uma faixa de cor diferente a do vestido e caindo frouxamente para baixo) e com os braços nus, além dos casacos seguindo o mesmo estilo e o bolero para os dias mais frios.




 

Para os homens, o estilo dândi, nascido na época, com coletes, calções, casacas, normalmente cada um de uma cor, também é notável o uso do colarinho alto com as duas pontas projetadas para cima.






Obviamente que o grande destaque do figurino vai para a personagem principal Emma, que a figurinista quis que usasse um tipo certo de roupa e cor para cada dia, época e evento que fosse.









Claro que não deve se destacar o excelente trabalho de pesquisa e produção feita pela Alexandra Byrne (tudo é realmente lindo e dá uma vontade imensa de voltar a esse período só pelas roupas que, aliás, Dior e algumas outras marcas estão fazendo), mas não achei nada exatamente impressionante no sentido de “coisa nova”, mas tudo é muito muito bonito mesmo, espetacular e, provavelmente, será o ganhador do Oscar.

Wrote by Eu Visto FIlmes

Se Mulan não estivesse concorrendo ao melhor figurino, certamente, eu não o teria assistido, mas fico feliz por ele estar na categoria, pois foi uma surpresa muito boa! Eu não sou fã de adaptações “live action” e achava que com Mulan teria ficado algo ruim como em outros casos e que poderia ter estragado a minha memória de uma das minhas animações favoritas, mas foi completamente ao contrário, ainda que não fosse exatamente fiel ao desenho.

 

O filme é dirigido pela Niki Caro que trouxe alguns elementos do desenho (cenas como a preparação da Mulan para visitar a casamenteira), mas alguns outros ficaram de fora, que na minha opinião foram escolhas inteligentes. A principal ideia, e mensagem, do filme é a honra, principalmente a honra a família, e isso está muito presente e é extremamente bonito. Além disso, a personagem tem que viver apegada aos costumes da época de que a mulher tem que esconder seu poder, tem que ser graciosa, não pode lutar e vive o conflito quase que o tempo inteiro sobre esconder que é uma guerreira mulher ao invés de um homem diante de todo o exército.

Embora o desenho tenha sido voltado para crianças, eu não acho que o filme agradaria um publico novo demais, talvez depois dos 12 anos. E quem é a pegado ao romance entre Mulan e o capitão Lee Shang pode se decepcionar um pouco, mas foi uma escolha bem sábia afastar a personagem de mulheres que SEMPRE tem que ter um par romântico.

Quanto ao figurino ele foi idealizado pela alemã Bina Daigeler (ela trabalhou bastante com o Almodóvar e é responsável pelo figurino da série Mrs. America, uma das minhas favoritas do ano passado), que fez muita pesquisa sobre a cultura e história chinesa, já que para ela era de extrema importância tratar essas questões com respeito. Grande parte do figurino teve inspiração na dinastia Tang e, para sua produção, houve muito trabalho manual, além de auxílio de especialistas chineses (muito utilizado na criação das armaduras do exercito).

Claro que quem sempre ganharia o destaque em figurinos seria a personagem principal, por isso a figurinista foi bem cuidadosa e detalhista. A roupa que Mulan utiliza para “ficar comprometida”, seria um grande destaque, mesmo porque acredito que essa cena no desenho é uma das mais marcantes, então a figurinista criou algo a altura inspirada em uma espécie de vestido que era utilizado na China antes da dinastia Tang.


Para a armadura que Mulan usa ao se revelar mulher, Daigeler fez questão de criar um figurino que refletisse que a personagem estava lutando por ela mesma e se aceitando (para mim é o figurino mais bonito do filme inteiro).

 

Ela teve um enorme trabalho para desenvolver e adaptar os figurinos das armaduras, que eram feitos de couro pintado, amarrados a mão com diversos nós para que não soltassem durante as cenas e luta (sendo necessário duas pessoas para vesti-los nos atores) e também foram feitas 6 versões das armaduras, uma para cada tipo de cena, feitas com diferentes tipos de materiais e pesos.

Um detalhe interessante que Bina Daigeler contou em uma entrevista foi que para as botas ela, na verdade, usou um tênis Stella McCartney e o enrolou couro ao redor dele para disfarçar. A figurinista também contou que houve a criação de cerca de 2000 peças.

 

E dois outros figurinos que merecem muito destacar é o do Imperador e da Xianniang (que aliás foi o mais difícil de ser criado), o qual a figurinista queria demonstrar que ela era uma mulher presa em si mesma.


 

Acho que muito mais do que bonito, o que vale a indicação ao Oscar de melhor figurino para Mulan, é todo o trabalho que foi realizado, toda a pesquisa e respeito que a figurinista e sua equipe se preocuparam em ter com a cultura chinesa.

Wrote by Eu Visto FIlmes


Antes de começar a assistir os filmes indicados a melhor figurino eu tinha como favorito Emma, porém Pinocchio mudou completamente a minha torcida (ainda que eu ache que não levará o prêmio). Sendo bem sincera, eu nunca tinha assistido o desenho, claro que sempre soube a famosa história do garoto de maneira que mente e o nariz cresce, mas adentrar na história foi diferente (não, eu não sei dizer o quão igual está ao clássico da Disney).

Muito mais do que a história já conhecida, o filme conta a história de uma criança ingênua, que nunca vê maldade nos outros e que quando mente é muito mais para não levar bronca do que para levar vantagem em alguma coisa. Foi interessante ver uma criança realmente representada realmente como criança e, em muitos momentos, fiquei aflita pelas escolhas erradas que ele fez. Não sei se eu recomendaria o filme para menores de 8 anos, mas é uma opção interessante para filme infantil diferente do formato Disney, o filme não é colorido, nem muito divertido, na verdade ele é bem pobre, sujo, fazendo com que a gente se ambiente no século XIX.

O filme é completamente italiano, inclusive em algumas reviews é possível encontrar reclamações sobre a confusão que dialetos e sotaques italianos diferentes podem causar para quem assiste no audio original, e é foi uma das coisas que me chamaram atenção na indicação, fazia tempo que eu não via nas categorias maquiagem e figurino indicações que fugissem de produções americanas e inglesas (e será uma pena se o filme não ganhar em nenhuma das duas).


 

Inspirado no livro “As Aventuras de Pinóquio” do italiano Carlo Collodi lançado no final do século XIX em uma serie semanal e, como a época, o figurino do filme tem muito desse momento. O figurinista responsável pelo filme é Massimo Cantini Parrini, essa é sua primeira indicação ao prémio, e para o filme ele fez um extenso trabalho de pesquisa: ilustrações da primeira edição ilustrada do Pinóquio, foi atrás de fotografias da época para saber como era aquele cotidiano, visitou museus focando no movimento artístico Macchiaioli e, além dessa vasta pesquisa, ele foi na própria coleção de roupas.

Para a vestimenta do Gepeto, o figurinista procurou fazer roupas com aspectos velhos, para reforçar o quanto ele era pobre sem condições de comprar roupas, pegando um pouco aqui, trocando ali.

 

Com as marionetes do circo, ele utilizou peças de período um pouco anterior além de que, como foi usado muito efeito especial nessas personagens, ele precisou trabalhar um pouco mais para adequar as roupas a esse tipo de produção.


 A dona lesma, ele utilizou de muitos tecidos reciclados e uma paleta de cores que transmitissem a calma e serenidade que o Pinóquio estava atrás (as roupas dela lembram as de maternidade utilizadas no século 19).  


Com a fada azul, que aparece como criança e depois adulta utilizando as mesmas roupas, ele quis identificar que ela estava entre o mundo dos vivos e dos mortos, por isso a utilização do tecido translucido e a cor cinza. Além disso, é possível ver a inspiração do período romântico do século 19 no detalhe do vestido, assim como o decote em v, a saia com bainha e a cintura marcada.


Para o personagem principal, que ganha roupas feitas do cobertor do seu pobre pai Gepeto, o Massimo Cantini Parrini utilizou a coloração vermelha, pois, segundo ele, contrastava e chamava bastante atenção em relação ao restante das cores do filme (como dito anteriormente, o filme tem um aspecto muito pobre) e o vermelho representa todos os sentimentos “amor, raiva, ciúme, inveja, esperança, maldade, mentiras, etc (...) que se escondem na alma de Pinóquio.”



De todos os 5 indicados, pela beleza, trabalho e toda a pesquisa que houve para a construção do figurino, com certeza Pinocchio é o meu favorito.

 

Wrote by Eu Visto FIlmes

Baseado na premiada peça de mesmo nome, A Voz Suprema do Blues vai contar sobre um dia de gravação da cantora Ma Rainey em Chicago no ano de 1927. Além de toda a dificuldade para a gravação, o filme ainda passa alguns conflitos entre os integrantes da banda, muitas conversas abaladoras e, claro, um protagonismo para o trompetista Levee. Na minha opinião, os diálogos e o roteiro em si são muito bons, mas eu não gostei muito da ambientação ser em, basicamente, em dois cenários apenas (normalmente filmes adaptados de peças tem esse padrão).


Brilhantemente interpretada por Viola Davis, Ma Rainey, conhecida como a mãe do blues, foi uma das primeiras cantoras afro-americanas a gravar um disco do gênero. Além de uma cantora genial, ela era feminista, bissexual assumida e usou sua voz para expressar toda a opressão que sofria por ser negra.

Além da história que quiseram contar, o principal destaque do filme, na minha opinião, vai para as interpretações de Viola e do Chadwick Boseman, que interpreta Levee. Quando se assiste fica mais do que claro o porque dessa atuação de Chadwick ter sido tão aclamada e estar ser tão imensamente premiada.

Devo confessar que, dos 5 filmes indicados ao Oscar de melhor figurino, esse é o que eu acho que tem menos chance de ganhar. Por ter quase que só dois cenários, não há uma grande quantidade de figurinos, pois todos usam as mesmas peças quase que o filme todo.

O grande destaque de figurino vai para a personagem de Ma Rainey. Como dito anteriormente, o filme se passa na década de 1920 e as roupas que a personagem utiliza carregam bem as características da época: muito brilho que aparecem nos tecidos e bordados, comprimento midi, cintura baixa na altura dos quadris marcada por uma espécie de cinto e decote em v. Além disso, há o cabelo com corte curto que era febre na época.




Quanto aos homens, todos usavam o mesmo tipo de terno riscado/quadriculado com calça Oxford, chapéu e suspensório. Vale ressaltar o sapato Oxford decorado amarelo/caramelo de Levee que é quase um outro personagem na história.

 

A responsável pelo figurino é a Ann Roth, ela é bastante conhecida tanto no cinema como no teatro e já ganhou prêmios e indicações em ambos. O trabalho dela, junto a Viola Davis, foi criar uma Ma Rainey que fosse sensual, expressiva através de suas roupas, que mostrasse que ela era uma mulher que viajava muito e que, diferente de outras representações dela, jamais fosse alguém que se desculpasse por sem quem ela era.

 

Wrote by Eu Visto FIlmes

Eu vou fazer um breve, super breve mesmo, resumo desse filme, porque eu não gostei. Achei lento, com personagens femininas estereotipadas e um enredo lento e extremamente bagunçado. Resumindo: o filme conta a história do roteirista Herman J. Mankiewicz e a disputa e criação do roteiro de “Cidadão Kane” (a única coisa que eu achei interessante no filme foi o fato de que o roteiro pertence ao pai do diretor do filme, Jack Fincher, que foi feito em 1990 e nunca encontrou uma produtora disposta a levar o filme para frente por ele ser preto e branco).

Dando uma lida em sinopses e críticas na internet a impressão que eu tive é que o filme requer um público bem específico (que não é meu caso) e as inúmeras indicações ao Oscar, na minha opinião, deve-se ao fato de que os críticos e votantes da premiação tem um carinho especial por filmes que narrem a história de Hollywood.

 

Quanto ao figurino, embora estivesse em minhas previsões, eu preciso confessar que minha expectativa estava muito mais alta do que realmente foi, mas deve-se reconhecer o trabalho da figurinista (Trish Summerville), pois fazer um figurino para um filme em preto e branco é desafiador. Nas próprias de Summerville em uma entrevista para a The Hollywood Reporter, fazer um filme em preto e branco é mais desafiador, já que com cores é possível brincar e trabalhar com tom sobre tom e em um filme preto e branco, isso já não acontece.

Basicamente, o figurino do filme ganha destaque nas personagens femininas, principalmente na personagem Marion Davies. Ela é a representação de todo o glamour e luxo hollywoodiano na época e seus figurinos representam justamente isso. Ela sempre está usando vestidos com silhueta rente ao corpo, com quadris estreitos e ombros largos, que era a moda da década de 1930, aliás as outras personagens também utilizam o mesmo estilo de vestido. É possível ver algumas personagens com vestidos que deixavam os braços a mostra, era outra tendência da década.


Mesmo em preto e branco, percebe-se que o vestido do meio é dourado.


 Acredito que a cena chave e de destaque do trabalho de figurista tenha sido a que todos estão em um jantar com o tema circo. A mesma disse que Marion Davies guardou várias fotografias de eventos e jantares que participou e esse jantar estava documentado, então ela quis seguir ao máximo o que cada um vestiu no dia, a única mudança que fez foi a gravata de William Hearst, que no dia usava uma borboleta de bolinhas e a figurinista resolveu mudar.


 

O figurino masculino seguia a moda da época e não mudava muito de personagem para personagem: ternos escuros ou com listras e xadrez, com duplo fechamento e, algumas vezes, chapéu fedora.

Confesso que eu esperava um pouco mais do figurino, mas o trabalho que Summerville teve para destaca-lo em um filme preto e branco foi excelente, além dela ter feito muuuuuuita pesquisa.

Trish Summerville já trabalhou com o diretor em outros filmes, e é conhecida por ter sido a responsável pelo figurino de Jogos Vorazes e também por dois documentários da Christina Aguilera e, na minha opinião, é fácil reconhecer que o trabalho é dela, porque algumas peças usadas em Mank lembram muito os outros trabalhos da figurinista.

Wrote by Eu Visto FIlmes

Olá, como vocês estão? Espero que bem, apesar de tudo que está acontecendo no mundo.

Esse post de hoje vai ser um pouco diferente e não falarei, diretamente, de figurinos. Na verdade ele é mais um aviso sobre as futuras mudanças no blog (se tudo der certo).

Primeiro, eu perdi a senha do instagram do blog e tive que começar tuuuudo de novo, pensando nisso, e por conta de algumas mudanças na minha rotina, decidi que o blog terá apenas 3 postagens mensais: Mulheres no Cinema, Sci-fi, fantasia e Super-Heróis e a nova Adaptações; pode ser que esse número mude para mais, mas até o momento serão apenas essas.

Além disso, esse mês de março sai a lista dos indicados ao Oscar, 15, e vou me dedicar apenas a falar sobre os figurinos dos 5 indicados (isso vai ajudar a preparar as outras postagens). Sei que os leitores não são muitos, mas quis dar uma justificativa.

Por enquanto é isso, até as novas postagens e, abaixo, vou deixar a lista dos filmes que eu acredito que possam ser indicados ao Oscar de melhor figurino.

 

Aves de Rapina (fig. Erin Benach)

                                                         

A Voz Suprema do Blues (fig. Ann Roth)

 

Relatos do Mundo (fig. Mark Bridges)

 

 Judas e o Messias Negro (fig. Charlese Antoinette Jones)

 

Rebecca (fig. Julian Day)

 

The Prom (fig. Lou Eyrich)

 

Enola (fig. Consolata Boyle)

 

Emma (fig. Alexandra Byrne)


Mank (fig. Trish Summerville)


Até breve...

 

Wrote by Eu Visto FIlmes
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Historiadora apaixonada por moda, cinema e livros. Aqui você encontrará conteúdo sobre figurino de filmes e séries.

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