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Eu Visto Filmes

Dos 5 filmes concorrendo, juntamente com Jackie, Aliados é o filme mais ‘fashionista’ de todos, mas embora a beleza que o mesmo tenha e dois atores de peso, não é um filme que tenha ganho grande destaque, talvez se tivesse sido feito anos antes sim.

O filme conta a história de dois espiões, a francesa Marianne Beausejour (Marion gracinha Cotillard) e o americano Max Vatan (Brad Pitt), que se conhecem durante uma missão no Marrocos durante a 2ª G.M. em uma missão para matar um líder nazista. O filme, podemos dizer, é dividido em duas parte: a primeira com os dois agentes em Casablanca, aonde se apaixonam (a parte mais romântica), e a segunda com os dois de volta a Londres, casados e com uma suspeita em cima de Marianne, sendo acusada de ser espiã alemã (a parte mais dramática).

O figurino...

Tendo dois personagens principais, Marianne e Max, ganham total destaque no figurino bonito criado por Joanna Johnston que, para o qual, disse ter se inspirado nos filmes do inicio dos anos 1940, época de ‘ouro de Hollywood’, a fim de deixar o figurino mais glamoroso.

O figurino de Max, assim como o filme, é um pouco mais glamoroso na primeira parte do filme (há, inclusive, uma fala de Marianne em que ela diz que disse a todos que seu marido ‘gostava de roupas finas e caras’, como deveria gostar um parisiense). Em cada cena ele está com uma roupa diferente, todas a inspiração de uma Hollywood dos anos 1940, é bonito, charmoso e elegante, como todo galã deveria ser. Inicialmente suas roupas são de cores neutras, bege em suas derivações de tonalidade; cinza e marrom.




Já na segunda parte do filme ele praticamente usa uniforme militar e, quando não, usa blusa de gola rolê, couro e suéter e, diferente da primeira parte, sempre em cores escuras.



Marianne, dos dois, é quem ganha ainda mais destaque no figurino, figurinista a vestiu com muita seda “para dar brilho e movimento”, pois ela é uma mulher f feminina e forte que “precisava ser bonita e intrigante”. Seu vestidos e saias de alfaiatarias são lindos, parecendo que saíram direto de um desfile de moda da época (muito fácil notar a influência de figurinos de alta costura da época, como Dior e Chanel), e, claro, que todos eles eram complementados por uma maquiagem perfeita com a boca’, quase sempre, vermelha.





Mas, para mim, o grande destaque do figurino vai para as camisolas de sedas usadas por Marianne nas noites em que os dois estavam em Casablanca, todas são lindíssimas e, na minha opinião, atemporais.




Quanto a figurinista Joanna Johnston ela já foi indicada ao Oscar uma vez em 2013 pelo figurino de Lincoln, porém nunca ganhou o prêmio. Ela tem no seu currículo filmes como Operação Valquíria, Forrest Gump e um dos meus filmes preferidos no quesito figurino O Agente da U.N.C.L.E. 
Wrote by Eu Visto FIlmes
Florence Foster Jenkins (Meryl Streep) foi uma milionária apaixonada por música, grande investidora e apoiadora dessa arte, que tinha como sonho ser uma grande cantora de ópera, embora não tivesse uma boa voz para tal (é possível ouvir os áudios originais e comprovar isso), e o filme retrata, de forma mais comica que dramática, a história dessa mulher.

O filme se passa na década de 1940, com Florence já em uma idade avançada querendo realizar o grande sonho de cantar para uma plateia grande, no caso cantar no Carnegie Hall para mais de duas mil pessoas, um evento que por mais estranho que pareça teve ingressos esgotados em poucas horas. O filme não é ruim, mas não emociona, na minha opinião poderia ter sido melhor trabalho (a versão francesa de título Marguerite, estreado alguns dias antes, talvez tenha feito isso).

O figurino...

O filme conta com, basicamente, 3 personagens principais, o marido de Florence, St. Clair Bayfield (Hugh Grant), o pianista Cosmé McMoon (Simon Helberg) e a própria Florence que é quem ganha o destaque no figurino que é grandioso cheio de brilho.

Podemos dizer que existiram no filme dois tipos de figurinos para Florence, o do dia-a-dia que são tipicamente dos anos 1940, a maior parte compostos de vestidos retos com casaquinhos, e abusando muito de acessórios como flores, chapéus, brincos e colares, algo bem extravagante, exatamente como Florence era.





Já para os figurinos da noite, eu diria que todos são bem brilhantes, eles tem um pouco da influência dos anos 1940, porém há uma mistura dos anos 1920/1930 neles. Além dos brilhos e plumas, a figurinista também abusou dos acessórios, incluindo coroas dessa vez, algo que a própria Florence usava bastante também.






















Porém ao mesmo tempo em que o figurino é grandioso e bonito (na minha opinião, claro), eu fiquei um pouco chateada pelo principal figurino, chamado de “Angel of inspiration”, apesar de lindo, não é muito igual ao original.



Quanto aos figurinos masculinos, eles não são fora do que era na época com calças e camisas sociais e smokings. Outro ponto alto do figurino do filme é um grupo de três senhorinhas que seguem a excentricidade de Florence, infelizmente não consegui achar imagens delas.


Figurinista é Consolata Boyle, é a segunda vez em que é indicada ao Oscar, a primeira foi em 2006 por A Rainha. Diferente das outras concorrentes, ela não tem tantos trabalhos famosos.
Wrote by Eu Visto FIlmes
De todos os filmes indicados esse ano esse é o que mais me decepcionou (provavelmente pelo fato de que quando fiquei sabendo sobre ele eu criei uma expectativa muito grande em cima do filme), mas, ainda assim, gosto do final dele e da escolha dos atores.

O ‘queridinho’ das premiações é um musical que conta a história do romance de uma aspirante a atriz, Mia (Emma Stone), e um pianista, Sebastian (Ryan Gosling), ao mesmo tempo em que vão em que ambos vão em busca de oportunidades em suas carreiras na ‘cidade dos anjos’. O filme é verdadeira declaração de amor a L.A. (ao meu ver, claro) e a todos aqueles que buscam nela uma oportunidade (talvez esse seja o motivo do favoritismo).

O figurino...

Dos 5 indicados esse é o único em que o figurino não é de época, o que pode ser um empecilho para que ganhe essa categoria também, porém, em contrapartida, em algumas entrevistas a figurinista Mary Zophres disse que buscou inspiração para os figurinos em filmes musicais dos anos 1960 olá vestidinhos e saias midi de Mia e as calças sociais e camisas do Sebastian.

Para mim, o mais legal desse figurino é que ele é bem utilizável eu usaria, e acessível, no dia-a-dia e não apenas pela Mary ter usado apenas um vestido assinado (o azul de uma das primeiras cenas do filme é do estilista Jason Wu), mas porque facilmente se encontram as saias e vestidos que a Mia usa em lojas de vestuário.

O figurino da Mia é romântico e simples com uma forte influência dos anos 1960 e, ao meu ver, da própria Emma Stone. Pode ser que apenas o vestido amarelo que Mia usa que a figurinista Mary Zophres tenha se inspirado em um outro vestido (Versace e também amarelo) que a atriz (Stone) usou em um evento, porém eu consigo ver algum estilo da atriz na personagem. Abaixo alguns dos figurinos de Mia que, quem sabe daqui alguns anos, possa virar ‘ícone de estilo’:



 Quanto ao Sebastian, assim como a Mia, segue a influência dos anos 1960, não saindo do camisas e calças sociais, blazer e o sapato bicolor, nesse caso talvez por causa da parte ‘musical’ do filme.




Os pontos altos do figurino, na minha opinião, é o fato dele ser ‘copiável’ no dia-a-dia e não ser grifado, mas, ao mesmo tempo, comparando com os indicados do ano passado, ele não teve um trabalho tão grande de ‘criação’ (nem ele e nem nenhum dos outros 5 indicados eu senti falta disso), mas não diminui e nada o trabalho da figurinista e da sua equipe, pois o figurino é uma das principais partes na criação e um personagem.

Quanto a figurinista Mary Zophres ela não possui nenhum premio do Oscar, porém já foi indicada por Bravura Indômita e tem uma lista de ótimos trabalhos como O Grande Lebowski, Prenda-me Se For Capaz, Ave, César!, entre outros...
Wrote by Eu Visto FIlmes
A premiação do Oscar 2017 acontece nesse domingo (26/02), e essa semana eu postar sobre os indicados ao Oscar de melhor figurino, começando pelo meu favorito 'Animais Fantásticos e Onde Habitam'...

A começar devo confessar que não sou muito fã de Harry Potter (apesar de ter assistido a todos os filmes, grande parte deles na estréia, nunca li nenhum livro), mas ainda assim de todos os indicados ao Oscar de Melhor Figurino desse ano “Animais Fantásticos e Onde Habitam” é com certeza o meu favorito e isso se deve ao fato de que  um dos meus atores favoritos está nele) o filme se passa na década de 1920, minha década favorita no quesito moda e literatura.

O filme se passa antes do Harry Potter nascer, na verdade acho que antes dos pais deles, mas não tenho certeza com Newt Scamander chegando a Nova York com sua maleta cheia de “animais fantásticos”, tendo alguns deles escapado e a partir daí começa a “aventura” que acaba tomando outros rumos e vilões (não darei spoiler). Fora alguns erros o filme, na minha opinião, é muito bom, talvez não tão bom quanto a franquia de Harry Potter, porém é muito cedo ainda para comparar os dois.

Sobre o figurino...

Como principais o filme conta com 6 personagens que são bem distintos entre si no figurino que, o mais interessante, não mudam muito (talvez pelo fato do filme se passar em um período de cerca de dois dias?). Vou começar então pelos figurinos masculinos dessa vez:

Newt Scamander (Eddie Redmayne): diferente dos outros figurinos, o de Newt é o único que não faz jus a época a qual o filme se passa, pelo contrário, o figurino dele parece ter saído da época vitoriana. Não sei dizer, mas o estilo do personagem parece ter sido proposital, por ser ‘atrapalhado’ e, assim, não ser tão ligado a moda. As peças mais interessantes são a gravata e o sobretudo azul que o personagem utiliza quase o filme todo, pois parece que a figurinista se influenciou pela moda de ternos azuis tão recente (na verdade o figurino inteiro de Newt parece ter saído de um desfile da Gucci sob o comando do Alessandro).



Percival Graves (Colin Farrell) / Jacob Kowalski (Dan Floger) / Credence Barebone (Ezra Miller): os três, apesar de estilos distintos, tem figurinos (ternos e calças oxford) tipicamente dos anos 1920, com o figurino do Percival sendo um pouco mais formal.





Queenie Goldstein (Alison Sudol): enquanto sua irmã possui um estilo a la ‘garçonne’, Queenie minha personagem preferida do ‘mundo Harry Potter’ tem um estilo mais ‘melindrosa’, maquiagem, penteado e seus vestidos retos, chamativos, sem marcar a cintura e com comprimento um pouco acima do joelho (ainda que na década de 1920 os vestidos fossem abaixo do joelho, porém pode ser por conta da altura da atriz). 




O que eu achei mais legal na Quennie, assim como na Porpentina, é que a figurinista parece ter se inspirado em estilistas da própria década de 1920, nesse caso nos modelos criados por Elizabeth Hawes (imagens abaixo). O decote, de trás e da frente, e o ‘detalhe’ da frente (esse mesmo detalhe é possível ver em Chicago, outro trabalho da figurinista) lembram bastante os modelos criados por ela.






Porpentina Goldstein (Katherine Waterston): como dito anteriormente, Porpentina tem um estilo a la ‘garçonne’, facilmente identificado pelo corte de cabelo (faltando apenas a franja). Diferente da sua irmã, que usa vestidos e é mais feminina, ela usa calças, o que para a década de 1920 não era algo tão comum e bem visto na sociedade da época.


 


Ao meu ver o figurino da personagem lembra bastante o estilo das atrizes Marlene Dietrich e Louise Brooks (fotos abaixo). E, para terminar, a única vez que Porpentina usou um vestido, assim como sua irmã, parece ter sido inspirado, também, pelos modelos da Elizabeth Hawes.

 


Quanto a figurinista Colleen Atwood, se não estou enganada, de todos os indicados, é a única que já ganhou um Oscar anteriormente (11 vezes) e que ganhou 3 (Chicago, Memórias de uma Queixa e Alice no país das maravilhas). Infelizmente não encontrei nenhuma entrevista em que a figurinista, Colleen Atwood, fale sobre suas inspirações e o trabalho na montagem dos personagens...




Wrote by Eu Visto FIlmes
Rapidamente falando, o filme passa a história do retorno do Tarzan (Alexander Skarsgård) ao Congo após ter saído dele e estar vivendo em Londres com, agora sua esposa, Jane (Margot Robbie <3 ). O filme é bem legal e, na minha opinião, inovou com esse tema (embora, como li em uma crítica, existissem vários aspectos que poderiam, de forma dramática, serem melhor tratados), porém, de um todo, o filme é interessante.

Em um todo as atuações, efeitos, etc, são muito bons, porém quando se diz respeito ao figurino, principalmente o da Jane quando voltam ao Congo, me deixou um pouco incomodada (no quesito fidelidade a época). Nas primeiras cenas em que ela aparece, o casal, Jane e Tarzan, ainda estão em Londres e até aquele momento há grande fidelidade a moda londrina da década de 1880 (Era Vitoriana).

O vestido azul, de todo o figurino da Jane, é o que mais se assemelha a moda de 1880 (tirando o decote), claro que há diferenças, como a falta de espartilho, mas a Jane do filme foi criada no Congo desde pequena, então a cultura dela é diferente e, de certa maneira, ela teve de se 'adaptar' a esse 'novo mundo' assim como Tarzan e isso fica nítido em uma das falas dela quando está fazendo malas e pergunta quantos espartilhos deve levar, pois 'uma mulher convidada da rainha deve desmaiar pelo menos duas vezes' (algo assim). E o vestido branco se trata de uma camisola, que não era diferente das 'roupas de baixo' usadas na época.
 


Quanto o figurino da Jane quando está no Congo, em Flashbacks ou quando eles voltam, eu achei ambas as roupas um tanto fora da época (ao meu ver se assemelhavam muito mais as décadas de 1940 e 1950 que de 1880). Claro que muitas coisas devem ser levadas em conta e a duas principais (ao meu ver) são o fato de Jane ter sido criada com outros costumes, de não ter nascido em uma sociedade urbana londrina então espartilhos, saias volumosas e cintura fina não faziam parte dela (como dito anteriormente), por isso o vestido simples e soltinho dos flashbacks e a saia e 'camisa' folgadinhas de quando eles voltam ao Congo; e a segunda é o fato de que o tipo de vestido usado durante a era vitoriana não era uma vestimenta cabível para se usar na selva.


Agora o figurino masculino acredito que tenha sido mais fiel a época, como na foto abaixo aonde o Tarzan e o personagem George (Samuel L. Jackson) usam um morning suit (fraque) cada um. Quanto as roupas no Congo, bom, o Tarzan usa apenas um shorts de alfaiataria e o personagem George usa roupas que misturam um pouco do Cowboy americano com roupas de caça, essa última muito presente no figurino do capitão Rom (Christoph Waltz) que lembram, novamente, peças de 1940/1950.


Agora uma desculpa, da minha parte, não consegui achar muitas informações sobre o figurino então uma das peças que mais achei interessante, a do Chefe Mbonga (Chefe Mbonga), fico sem dar muitas informações se a mesma segue alguma realidade (que eu acredito que não), mas mesmo assim a sua montagem com a junção de couro, tecidos com print imitando pele e o osso na máscara eu achei muito interessante.


Ponto Negativo: na verdade não é exatamente algo relacionado ao figurino (é mais relacionado a 'maquiagem'), eles ficam boa parte do filme na selva e a barba de praticamente todos os personagens está perfeita! Desculpe, sei que é um filme, mas isso me incomodou um pouco.

Ponto Positivo: eu não consegui achar nada que confirmasse isso, mas eu gostei muito da possível lingerie feminina (foto abaixo) que a figurinista Ruth Myers deixou aparecer na Jane em uma das cenas finais do filme. Como disse, não sei se era mesmo uma lingerie, mas pareceu e eu gostei muuuuuuito disso!


Uma curiosidade do filme é que o vestido acima foi feita certa de 300 versões dele por conta de todas as 'fases de destruição' que ele sofreu durante a passagem da história.

A figurinista do filme é Ruth Myers, nomeada ao Oscar duas vezes, embora nunca tenha ganho, e a muitos outros prêmios e que tem no seu currículo (extenso, ela trabalha como figurinista desde a década de 1960) o figurino dos filmes Emma, Los Angeles: Cidade Proibida, Família Adams, A Bússola de Ouro e a série Hemingway & Gellhorn (a qual tem bastante semelhanças, a meu ver, com o filme da Lenda de Tarzan).
Wrote by Eu Visto FIlmes
Fazendo um rápido resumo do filme, Suite Francesa conta a história de Lucile (Michelle Williams) que mora com a sogra esperando o marido voltar da 2ªª G. M. que vê sua cidade que fica no interior da França invadida por parisienses e, posteriormente, por soldados alemães, sendo um deles Bruno von Falk (Matthias Schoenaearts). O filme mostra a relação dos dois e, em segundo plano, a da cidade com os soldados alemães (uma parte interessante, para mim, foi mostrar de forma bem breve as famosas que li certa vez "aliadas horizontais"). O filme é bem interessante e um dos filmes mais ‘leves’ sobre a 2ª G.M. que EU já assisti, embora alguns assuntos pudessem terem sido abordados de melhor forma.

Acho que o que menos me agradou foi a escolha dos atores principais, não que eu não goste deles porque acho a Michelle incrível e o Matthias um ótimo ator, mas para mim faltou química entre os dois, me deixando com a impressão de que a relação dos dois era muito mais um misto de atração física, carência e misturados com a guerra, do que um amor verdadeiro! (lógico que essas são as MINHAS impressões).

Agora vamos ao figurino...

O figurino feminino, principalmente de Lucile, é composto, basicamente, de vestidos, e algumas saias, bem simples, retos, alguns com um pequeno movimento, mas nada muito armado, com comprimento pouco a baixo do joelho e com estampas de flores tudo bem claro, não lembrando em nada aquela Paris chique que pelo menos eu tenho no meu imaginário. Pelo contrário, tudo é extremamente simples e me lembrou em muito roupas que minha avó usava, principalmente as estampas. A escolha das roupas mostra o quão a personagem Lucile era simples, apesar de sua diferença social com o resto dos personagens, e que tinha sua preocupação voltada para a guerra e o marido, não tendo tempo para vaidades.







Em poucos momentos dá para ver uma Lucile que se assemelha mais as ‘parisienses chiques’ que eu tenho em mente. Como na imagem abaixo e em uma cena que ela utiliza um vestido vermelho (meu preferido que, infelizmente, não achei imagens).




Claro, além de Lucile, existem outras personagens femininas que representam uma parte da população mais pobre, porém é fácil perceber que os modelos de vestidos e conjuntos de saias e blusas se assemelham, a diferença são as estampas e cores que são mais frias, pesadas e não tão alegres, talvez representando a vida mais pesada e dura que essas mulheres tinham por conta da sua classe inferior.




 
Quanto aos homens, a maior parte do elenco usa uniforme do exercito alemão, e o mesmo, no filme, parece muito com o utilizado na época durante a 2ª G. M.




Além disso uma coisa que eu percebi foi que o corte utilizado por Bruno, e outro personagens do exército alemão, foi bem reproduzido como o da época, e que, só por curiosidade, pelo menos para mim, esse corte pareceu bem atual.




Quanto ao figurinista ele é Michael O'Connor, ganhador de muitos premis inclusive um Oscar de Melhor Figurino em 2009 com A Duquesa (muitos dos filmes pelos quais ele foi indicados/venceu o Oscar e outros prêmios de melhor figurino tem a Keira Knightley como atriz) e que fez o figurino de um dos meus filmes preferidos, em todos os aspectos, Jane Eyre (2011).




Wrote by Eu Visto FIlmes
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Historiadora apaixonada por moda, cinema e livros. Aqui você encontrará conteúdo sobre figurino de filmes e séries.

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